FAMÍLIA: PRINCÍPIOS E VALORES
Família é a base de tudo para minha vida, ela representa a raiz da minha arvore. Família é o amor, a sabedoria, a razão é o principio de soberania.
Falar de família é recitar exemplos de vida. É ser apaixonado por esse laço familiar. Eu sou apaixonado pela minha família.
Os adolescentes ainda continuam respondões e com acessos de mau humor, mas pelo menos começaram a entender melhor os pais. A maioria gosta da vida familiar, convive bem com o pai e a mãe e não pretende sair de casa tão cedo. Autonomia e independência? Para quê, se em casa tem a comidinha da mamãe? Os jovens pensam até em morar sozinhos um dia, mas só quando estiverem seguros da decisão. Para a maior parte, não vale a pena sacrificar o conforto pela independência.
Um dia eu falei para minha mãe que queria sair de casa o mais rápido possível, pois eu não agüentava mais chegar em casa e ver tanta gente e as mesmas caras. Mas é quase impossível falar isso e saber que as mesmas caras farão falta onde eu estiver, os sorrisos e a comidinha dela farão falta para mim. Muitos de nós jovens falamos isso da boca pra fora por que sabemos que um dia nos arrependeríamos de ter falado.
Exemplo de família é a minha família, pois, tudo o que sou e ainda serei eu devo a ela. Eu me vejo distante da minha família e ao mesmo tempo muito perto dela; acredito que nenhum filho, nenhum membro desse ciclo familiar consegue ficar tão longe dos pais, dos irmãos ou dos amigos. Meus irmãos que já se casaram e já construíram sua família, todo final de semana voltam em casa para rever os pais e irmãos.
Muitos fatores podem influenciar no comportamento dos adolescentes, desde o relacionamento com pais e amigos e o que ele vê na internet até a genética. Ensinar valores e limites é a chave para impedir que ele se torne uma pessoa violenta. Tenho meu pai como um exemplo para minha vida e vou ter sempre o resto dela, pois pretendo seguir as mesmas regras de ensinamento e respeito que ele seguiu para criar seis filhos.
Meu pai criou os seis filhos com sabedoria dada por Deus. O que ele ensinava era não dar a liberdade para quem não respeitava a liberdade. Existem jovens por aí que não sabe a diferenciar a liberdade com libertinagem. O pai ou a mãe não pode deixar o filho sair uma noite que todas as noites o filho quer sair. Muitos dos pais não sabem educar seus filhos, a educação deve ser colocada com regras e limites. Meu pai obteve esse conceito para todos nós, o exemplo disso é ter os três filhos casados. É claro que sempre na família tem um que chamamos de “ovelha negra”, sempre tem esse, mas mesmo fazendo tudo o oposto que meu pai ensinava, ele consegue ensinar as filhas que tem como foi ensinado.
A cada dia os jovens buscam mais a liberdade, especialmente dentro de casa. Que adolescente gosta que o pai ou a mãe fique ligando o dia todo para investigar seus passos? Seja pela falta de tempo, pois fica o dia todo fora de casa, no trabalho, ou para passar a imagem de "modernos", os pais estão cada vez mais liberais. Isso não quer dizer que a atitude seja de todo errada, apenas que é preciso dosar o quanto de autonomia se deve dar aos adolescentes.
Meu pai sempre fez o tipo do pai responsável e linha grossa. Ele não deixava ninguém dormir fora de casa, seja na casa de amigos ou familiares. Não deixava ninguém sair sozinho, não deixava ninguém ficar na rua até horas da noite. O nosso objetivo era de casa para igreja e da igreja para casa todo santo dia. Esse era o ensinamento dele, as pessoas podem até achar horrível o ensinamento dele para com a gente, mas era um dos ensinamentos que eu aprendi mais. Certo que ele pegava muito forte nas regras, mas eu nunca disse que desobedeceria ele. Meu pai foi aprendendo com a vida e com a sabedoria de Deus que nada poderia ser pesado e muito cansativo para os filhos e que a liberdade era pra ser dada para quem o respeitasse a liberdade.
Meu pai então foi menos rigoroso e não fazia mais o tipo de dar regras, pois éramos meus irmãos e eu que fazíamos os limites de nossas vidas.
Depois que meus irmãos se casaram e foram embora de casa, meu pai ficou mais amoroso com minhas irmãs e eu. Agora tudo o que ele tinha era a gente e tudo o que ele ia fazer era pra gente. Agora nós podemos sair sozinhos, namorar com respeito, passear e dormir na casa de amigos e parentes. Mas ele sabe que nós fazemos os limites com as regras que ele ensinou. Muitos dos pais não fazem esse tipo de educação aos filhos e por isso muitos dos adolescentes estão no caminho das drogas, prostituição e desrespeito; por que os pais os deixavam até altas horas na rua. Não souberam educar com limites.
"De fato hoje os pais têm menos tempo disponível para os filhos, o que gera sentimento de culpa. Os excessos são observados quando pai ou mãe agem de forma extremamente permissiva, ou são exigentes demais e tornam os poucos momentos de união cheios de cobranças". Meus pais sempre obtiveram tempo para meus irmãos e eu, sempre. Cobrança era algo que meus pais faziam mesmo, mas sempre os fazia quando tinham razões e quando nós dávamos brecha. Minha relação com meu pai sempre foram calmos. Calma em tudo. Eu era a pessoa que menos brincava com ele, que menos abraçava ele, que menos saia junto com ele... Não era uma relação de pai e filho como mostra em novelas ou filmes. Eu sempre era o mais fechado com o meu pai em tudo, tudo, tudo. Nunca contava meus segredos, minhas paqueras, meu primeiro beijo e nunca perguntava dele como eu faria para transar ou se ele me arrumaria uma camisinha. Isso nunca. Teve uma vez que ele veio conversar comigo depois que ele soube do meu líder de jovem que eu queria desistir da igreja por que me sentia sozinho. Ele disse que estaria sempre ao meu lado para tudo e que me ajudaria a enfrentar as barreiras. Ele falava tudo olhando para mim e eu sempre de cabeça baixa, por que até pra mim ele estando do meu lado seria naquele momento algo inacreditável não zoa muito bem pra mim. E uma coisa que ele falou foi que se eu precisar conversar com ele sobre sexo, era para eu falar que ele ia me ajudar. Naquele momento eu disse em pensamento; “nunca vou falar isso para o senhor, tenho vergonha”. A vergonha era uma coisa minha mesmo, por mais que meu pai quisesse me ajudar e ser mais próximo de mim como ele sempre me cobrava à aproximação nossa, eu que não estaria pronto para isso. Mas eu amo de mais meu pai e sei que tudo o que ele mais quer é realmente me ajudar de verdade.
Meu pai demonstrar estar ao meu lado pra tudo. Ele que caminhou comigo nos primeiros momentos em que soube que queria ser escritor. Eu via nos olhos dele a alegria de ter um filho escritor. Ele falava para todos os amigos que eu já tinha livros, que eu já participava de academia literária. Meu pai era meu fã numero um; ele sempre desejava que algum filho seguisse uma vida diferente e honrada. A honra que eu tenho é de saber que meu pai sempre me deu liberdade de seguir o que quero sempre ele esteve ao meu lado pra tudo. Na verdade quem abria os caminhos difíceis para mim foi meu pai. Era como se ele segurasse em minhas mãos e falasse: “Eu vou contigo sempre”.
É preciso estar atento a tudo o que rodeia o adolescente. Isso porque há diversas influências que possa inclinado à violência. "O grupo de amigos e suas formas de cultura são importantes, assim como o modo de se relacionar com os parentes. O alerta mais importante é: para que os jovens sejam violentos é preciso que ele viva em uma cultura na qual esse tipo de comportamento é oferecido como possibilidade".
Violência em mim não existe, eu não nasci para somar com a violência nesse mundo e nem mesmo para fazer um julgamento das pessoas. O que eu sou é uma parte de carne da minha família e o sangue que corre nas minhas artérias é o sangue de respeito e carinho. Minha mãe e eu somos amigos inseparáveis em tudo. Confesso ser mais apegado com minha mãe que meu pai. Minha mãe sempre foi a pessoa que me fez menino e sempre teve um amor maior com todos os meus irmão, não que meu pai não teve. Mais amor de mãe é diferente que amor de pai. Eu tenho orgulho da minha mãe em tudo o que ela faz, uma qualidade dela é ser responsável e determinada. Não vejo defeito nela.
Aconteceu comigo um episódio de drama. Acredito que na época eu tinha treze anos e minha mãe estava trabalhando em uma empresa de construção como faxineira. Isso que eu vou relatar aconteceu numa terça-feira; a tarde estava escurecendo, pois as nuvens estavam pesadas de mais e a qualquer momento a chuva ia descer. Os relâmpagos e trovoadas se formava em som muito forte. A chuva mal caia na terra. Eu fui até a área de lavanderia e avistei uma balde que estava acima de uma mesa. O balde não estava na beira da mesa, ele estava no meio e não estava ventando naquele momento por mais que tempo era de chuva. Algo me dizia que aquele balde ia me mostrar alguma coisa e minutos depois ele virou com tudo e caiu no chão, como se alguém o jogasse. Aquilo seria um aviso. Minutos depois, meu pai chegou em casa em desespero e disse que era pra minhas irmãs e eu ter calma. Ele contou que um raio atingiu minha mãe e ela pulou metro de distancia e que agora estariam levando ela para um hospital. Aquilo que vir do balde era um sinal.
Naquele momento eu segurei meu choro e via o desespero de minhas irmãs. Eu fui forte naquele momento de impacto, pois não estava acreditando. A gente nunca acredita que algo de ruim possa acontecer com nossa família. Mas acontece. É por isso que eu sempre digo que família é para todos os momentos e nunca mais teremos se um dia perdemos de verdade. Eu fui para meu quarto e desabafei no choro e pedia de Deus que ele o livrasse minha mãe da morte. Naquele momento só me vinha na cabeça besteira e como seria de mim sem ter minha mãe por perto. Ela certamente não veria meus filhos e nem eu casando se morresse naquela hora. Horas depois, meu pai trouxe noticias que tudo estava bem com ela. Eu fiquei mais aliviado, mas sempre orando para ela não ter uma recaída.
Já se foi o tempo em que a relação entre mães e filhos era apenas determinada pela imposição de regras disciplinares, castigos e imposições de todo o tipo. Atualmente a relação entre mães e filhos é muito mais intensa e marcante do ponto de vista emocional e afetivo. A disciplina é passada como uma forma de orientação e não imposição bruta e regada a espancamentos. As mães, hoje, desempenham um importante papel de amigas e companheiras dos filhos. Isso é claro, quando as necessidades incessantes do trabalho e da vida profissional permitem. Minha relação com minha mãe são de pura amizade eu sou apaixonado por ela. Tenho minha mãe como uma diva e como uma senhora do meu destino. Eu gosto de ver ela bem arrumada e bem bonita para chamar atenção mesmo das pessoas, eu faço isso dela. Minha mãe tem 47 anos, completou 47 no dia 30 de agosto de 2011. Ela é uma mulher perfeita, linda e maravilhosa. Eu não a chamo de senhora eu a chamo de mulher e menina, pois ela é linda e cheio de vida. As mulheres na idade dela são “acabadas” e mal sabem se vestir. Minha mãe era assim muito antes. Mas eu gosto de valoriza ela sempre e sempre falo a ela que saia jeans e camisa de seda não a fazem uma mulher elegante e sim um vestido e um sapato alto a faz uma diva. Eu gosto muito de ajudar ela em tudo, quando ela vai sair para algum lugar e não tem condição de fazer uma escova ou uma chapinha eu coloco a mão na massa e faço tudo nela. As mulheres que as ver elegante e sempre linda sempre elogiam minha mãe e falam que ela não tem idade certa de velhice, pois ela sempre foi àquela jovem de sempre. Meu pai que o diga.
Acima de tudo, as mães de hoje devem entender que a autoridade pertence unicamente a elas. Mesmo que as tarefas profissionais se interponham entre elas e a vida doméstica; é de fundamental importância que sejam elas a tomarem a frente (em conjunto com os maridos) da educação dos filhos. Assim, seu filho perceberá noções de hierarquia e de autoridade e saberá instintivamente, que seus desejos não poderão ser soberanos e um direito divino.
Minha mãe me faz rir sempre. Eu gosto muito quando isso acontecesse por que eu gosto de ver ela feliz. Já foi o tempo que ela vivia pelos cantos chorando por causa do meu irmão, eu não gostava de ver ela daquela forma. Ela tinha medo de perder meu irmão para as drogas e eu tinha medo de perder minha mãe. As lagrimas o faziam estar doente, cansada, infeliz e muito feia e isso me deixava triste. Pois, tudo o que eu mais queria era ver minha mãe alegre.
Mas quando tudo isso se amenizou eu pude ver ela relaxada. Eu digo que minha mãe sabe educar muito bem. Meu pai é a cabeça e minha mãe são os olhos da família. Ela faz jus ao texto bíblico; “A mulher sabia edifica a sua casa”. Minha mãe constrói um elo maravilhoso entre todos.
Uma qualidade dela que me chama atenção é que ela é alegre e engraçada. Eu e ela brincamos muito e ela sabe o quanto eu sou feliz por ela ser feliz.
Mesmo dentro de uma relação de profunda amizade com os filhos, as mães devem impor limites sempre. O maior erro que se pode cometer é deixar suas crianças tomarem decisões baseadas numa pseudo confiança que apenas esconde o desinteresse ou o medo de “bater de frente” com os filhos geniosos. Ensine seu filho a negociar e o esclareça da necessidade da imposição de horários e demais limites. Mostre a ele a real necessidade e o objetivo pelos quais eles foram criados e impostos. Dê informação aos seus filhos. Não os impeça de exprimir sentimentos e não dê recompensas ou tente comprar favores deles. Trate-os com respeito e amor, mas não descuide da disciplina. Afinal de contas, quem ama protege e proteger é também disciplinar e mostrar os perigos que envolvem a violação de regras.
Minha mãe nunca deixou a meus irmãos e eu tomar decisões erradas, tudo o que ela fez foi nos ensinar. Ela sabe o desejo imenso que tenho de um dia publicar meus livros e me tornar um escritor conhecido e ter meus livros no auge das leituras para jovens, ela sabe disso. Mas por ser mãe, ela fica com medo de eu estar fazendo a coisa errada e sempre ela fala que Deus tem planos na minha vida. Acredito que os planos de Deus só acontecerão na minha vida no dia em que ela estiver sempre do meu lado. Ela não fazia questão o quanto eu seria capaz de alcançar meus objetivos e quando soube que eu faria tudo para chegar longe ela ficava mais preocupada ainda. Eu não a condeno por ela não estar me dando apoio, eu a entendo. Ela já teve muitas decepções com meus irmãos e não agüentaria viver mais outra. Mas eu sei o que estou fazendo, não sou besta de me arriscar e me ferrar. Um dia eu falei pra ela da proposta que recebi de viajar para o Rio de Janeiro e participar da biografia da presidente Preta Rê da ONG Portas abertas. Ela ficou calada, no dia seguinte eu disse que ela deveria me acompanhar nessa viagem e ela disse que era melhor eu desistir disso; no momento me subiu uma tristeza e eu falei com raiva que ela nunca me ajudou em nada e mandei-a sair da minha frente. Mas me senti mal de ter dito aquilo para ela e depois pedir desculpas a ela e ela me perdoou. Eu disse para ela me ajudar nas minhas escolhas, por que ela sabe que eu sou rápido para desistir das coisas; ela disse que me ajudaria e que Deus estaria ao meu lado.
Minha mãe é a razão da minha vida. Meu pai é a vida existente na minha educação.
Meus irmãos completam a beleza da minha vida. Eu dedico tudo o que eu faço primeiramente a Deus e depois a minha família.
A outra parte da família são meus irmãos, meus irmãos pra mim é uma platéia que um dia podem me aplaudir por dizer coisas boas. Eu amo cada um dos meus irmãos.
A relação entre irmãos é muito influenciada pelas expectativas que a família tem acerca das características, competências e possibilidades de cada uma das crianças. Estas expectativas vão determinar fortemente a organização da fraternidade, as relações de poder, à função de cada um dos seus elementos e o tipo de comunicação dominante.
Cada irmão é diferente do outro. Tem um que é mais calado, outro que é mais autoritários uns que são mais agitados, enfim. No ciclo da minha família eu sou o mais calmo e o mais tímido, sempre fui. Tenho uma irmã que se chama Wilda, ela me ensinava varias coisas legais e sempre eu ela éramos os mais próximos em tudo. Quando ela chegava do trabalho morta de cansada eu quem preparava a janta dela e quando ela não jantava e dormia com fome ela acordava de madrugada e sentava a mesa, eu me levantava e fazia alguma coisa pra ela comer. No dia seguinte ela não se lembrava de nada e até ria e afirmava que era mentira. Eram todas às vezes as mesmas coisas. Ela falava sozinha de madrugada, ela comia de madrugada e não se lembrava de nada no dia seguinte. Uma madrugada minhas irmãs e eu a filmamos comendo de madrugada e no dia seguinte mostramos a ela, só assim ela acreditou que comia altas horas. Depois que ela se casou, tudo mudou. O casamento dela fez com que eu me afastasse mais dela, mas eu sempre continuei amando ela.
Teve um tempo que ela viajou com o marido, elas viajaram de moto. O lugar para onde iam não ficava muito longe, não era em outra cidade. Por isso dava para seguir a viagem de moto. Eles passaram dias sem telefonar e eu estava preocupado. Vi na TV no jornal da cidade que moradores encontraram um casal de jovens mortos morreram afogados. Na TV eu havia visto o corpo da minha irmã e do meu cunhado. Minha outra irmã até comentou e falou que parecia a Wilda e o Leno. Eu já fiquei assustado e com lagrimas nos olhos. Quando a matéria foi mostrada por completo eu ouvi o reporte falando que o corpo era de fulano e cicrano. Fiquei aliviado por saber que não era nenhum dos dois. No dia seguinte meu cunhado e minha irmã fizeram uma visita em casa e eu ansiosamente pude ver eles vivos e abracei minha irmã muito forte e chorei por saber que ela estava viva.
Se freqüentemente se sente desesperada com as guerras deles e as sugestões aqui apresentadas não surtirem tanto efeito como desejaria, deixe-me dar-lhe um consolo: a maioria dos filhos acaba sempre por agradecer aos pais o fato de lhe terem dado um irmão. Eu poderia aqui relatar as experiências que vivenciei com cada um dos meus irmãos, pois as alegrias que eles sempre me passavam eram de grande valor. Foram experiências que me fizeram um jovem de caráter e um jovem humilde. Sei que as brigas que tivemos no decorrer da adolescência e as armações que sempre fazíamos, sempre deixavam um com raiva do outro, mas sei que era na certeza de que fomos família mesmo. Família é aquela que erra e que acerta junto.
Durante minha vida toda neste mundo aos 20 anos eu soube que família é família de verdade, não é aquela que a gente escolhe de um dia para o outro, mas é aquela que nos acompanhou o ano todo. Na minha infância fomos irmãos alegres, na minha adolescência fomos irmãos felizes e na minha juventude somos irmãos amados.
Se você que está lendo esse livro e ainda não sabe a importância de uma família na sua vida ou até sabe, mas esqueceu do elo de uma família na sua vida, saiba que a maior importância nesse mundo é sua família. Pois, ela na verdade é que são seus amigos. Sua família não foi encontrada na rua, não foi uma experiência de cientistas e nunca foi algo que lhe chateasse tanto. Sua família é seu exemplo de vida é sua escada para seu futuro. Não encontre prazeres na rua, não encontre em amigos algo que pareça com sua família, pois nunca encontrará. Família é a única coisa neste mundo que sentiremos falta pra sempre. O perdão é a maior recompensa que você pode dar a sua família. Eu relatei aqui neste livro a coragem e disse que poderíamos sentir coragem para perdoar, pois perdoar seria algo primordial na nossa vida. Sua família e você podem enfrentar barreiras juntas.

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